Kelly Key faz 38 anos e reflete: 'Não tenho medo da velhice, acho a idade linda e natural'

Cantora relembra câncer de pele e diz que descobriu intolerância ao glúten: 'Comecei a ter uma vida saudável a partir dos 30 anos, antes disso eu não me preocupava'. Veja entrevista com a aniversariante do dia!

| G1 / DUDA FREITAS, GSHOW


Ela é pisciana! Cheia de sonhos, planos e vontade de viver! Completando 38 anos nesta quarta-feira, 3/3, e com mais de 20 anos de carreira, Kelly Key revelou para o Gshow que irá comemorar a data apenas com a sua família em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, e que, após a descoberta do câncer de pele, tem ressignificado o dia a dia de sua vida pessoal e profissional.

"Tenho vários rituais de aniversario. Gosto de meditar de manhã, faço listinha de várias coisas que não quero mais para mim. É o meu Réveillon. Marca muito um recomeço. Sou sempre mais reservada em aniversário. Este ano vou passar em Angra só com a minha família", diz.

A cantora lembra que a crise de idade aconteceu com a chegada dos 30. "Estou chegando na casa dos quarenta... Isso tudo só me faz ter certeza de que a idade não vem só para trazer rugas, né? A maturidade prevalece. Com o passar dos anos, fui me tornando a minha melhor versão. Quando fiz 30 anos, fiquei tensa. Mas hoje vejo que as mudanças são para o nosso melhor", acredita ela.

"Eu gosto de estar bem fisicamente. Não tenho medo da velhice, acho a idade linda e natural. Gosto de envelhecer com qualidade de vida e mental", reflete.

Saiba mais da rotina saudável de Kelly Key nos vídeos abaixo:

Em maio de 2020, a cantora descobriu um tumor maligno na pele e, com isso, passou a rever a vida de uma forma mais leve. Ela já havia se submetido a alguns procedimentos e até que precisou fazer uma microcirurgia para retirá-lo:

"O câncer de pele abriu minha mente em vários sentidos. Foi um baque muito grande quando soube da notícia."

Preocupada com a saúde e sempre atenta aos sinais que seu corpo dá, Kelly descobriu nesta semana que tem intolerância ao glúten. O tratamento pode ajudar, mas a doença não tem cura. "Eu descobri uma intolerância bem severa, que reflete na minha pele. Trata-se de um tipo de psoríase e descobri que não é só uma questão emocional. A gente tem questões hormonais que vão se exteriorizando e isso é algo que temos que ver com atenção", diz a artista.

"O mal uso do nosso corpo reflete na pele, no cabelo e no humor. Eu comecei a ter uma vida saudável a partir dos 30 anos, antes disso eu não me preocupava", relata.

"Hoje eu não me assusto com a idade. Ela me traz leveza, me deixa tranquila. Eu não trocaria meus quase 40 pelos meus 20 anos", finaliza.

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