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09 de Agosto de 2019 às 08h31min
Explosão em apartamento: médico divulga imagem e comemora recuperação de paciente
Raquel Lamb, proprietária do imóvel, deixou o hospital na tarde de quinta-feira (8).
Por G1 PR e RPC Curitiba

Médico Marcelus Nigro divulgou imagem com Raquel Lamb, dona do apartamento que explodiu no bairro Água Verde, em Curitiba — Foto: Reprodução/Instagram


Uma foto de Raquel Lamb, dona do apartamento que explodiu no bairro Água Verde, em Curitiba, foi divulgada em uma rede social pelo médico Marcelus Nigro, um dos responsáveis pelo tratamento dela. Raquel recebeu alta na tarde de quinta-feira (8).

“Uma história de perdas e superações”, escreveu Nigro.
Na imagem, Raquel aparece sorrindo ao lado do médico. Ela tem o braço esquerdo enfaixado e marcas avermelhadas no pescoço. Ela era a única das três vítimas da explosão que continuava internada no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie. Raquel teve 55% do corpo queimado durante a explosão.

O incidente ocorreu no dia 29 de junho deste ano, e o apartamento ficou totalmente destruído. O irmão de Raquel, Mateus Lamb, tinha 11 anos e morreu ao ser arremessado pela explosão.

Um laudo da Polícia Científica apontou que o uso inadequado de um produto inflamável, para um serviço de impermeabilização no sofá do imóvel, foi o que causou a explosão.

Na mensagem compartilhada por Nigro, ele diz que a equipe de cirurgia plástica do hospital se sente agradecida por ter contribuído para a recuperação das vítimas.

"Após 40 dias de dor, perda e luta pela vida, a Rachel foi a última a receber alta em ótimas condições, iniciando em breve a segunda etapa do seu tratamento", afirmou o médico.

Outras vítimas
O marido de Raquel, Gabriel Araújo, também queimou 30% do corpo e deixou o hospital na segunda-feira (5). Caio Santos, que foi o responsável pela impermeabilização, também já recebeu alta.

Vídeo mostra movimentação no momento da explosão em apartamento em Curitiba; assista
Investigação
Na conclusão do laudo, a perita Angela Andreassa disse que, além das vítimas, a propagação das ondas de choque da explosão causou danos ao imóvel e aos apartamentos vizinhos, aos veículos que estavam na garagem do edifício, além das áreas comuns do prédio e das edificações vizinhas.

Outro laudo, analisado pela Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi) da Prefeitura de Curitiba, concluiu que não houve dano estrutural no prédio do apartamento.

A Polícia Científica também citou o fato de Raquel Lamb ter acendido o fogão no momento em que a impermeabilização estava sendo feita.

A aplicação do produto volátil e inflamável no sofá com o uso do pulverizador espalhou micropartículas líquidas no interior do apartamento e, quando uma boca do fogão foi ligada, houve a explosão.

Atualmente, apenas o sexto andar do prédio continua interditado. Os outros moradores já retornaram aos apartamentos.

Foto: Arte / G1


 
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